
Alberto Caeiro um dia disse: "Tristes das almas humanas que põem tudo em ordem. Que traçam linhas de coisa a coisa. Que põem letreiros com nomes nas árvores absolutamente reais. E desenham paralelos de latitude e longitude sobre a própria terra, inocente e mais verde e florida do que isso."
Agora, eu, Marlene, pergunto-me: "Como posso eu não sair da mesma linha?"
A vida é feita de aventura, há que saber aproveitá-la, há que saber viver e divertir. Abusar da boa disposição, desfrutar do amor e da amizade. Expulsar o ódio, partilhar o carinho, o mimo... Lançar uma palavra que, por vezes, faz toda a diferença do mundo. Recordar tudo aquilo que me fez bem, que me arrancou um sorriso, que me arrancou uma lágrima, que me magoou, que me ensinou... Misturo tudo isto, desorganizadamente, e o resultado... O resultado é um sorriso nos lábios, que nem sempre está presente, mas que sempre me faz bem!
Obrigado a tudo e a todos aqueles que estiveram comigo no bem e no mal. A todos aqueles que me fizeram bem e que me fizeram mal!
Simplesmente cresci, vou crescendo... crescendo... e crescendo...